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ABIT mostra perspectivas da indústria têxtil no Congresso do Algodão

Data: 28/09/2011

Estima-se que, em 2016, o comércio têxtil e de confecção no mundo alcance a cifra de US$ 856 bilhões. O Brasil participa com 0,6% deste valor”. A afirmação é do diretor-superintendente da ABIT, Fernando Pimentel, que apresentou as perspectivas da indústria têxtil brasileira durante palestra no 8º. Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011, no dia 19 de setembro, em São Paulo.

Segundo ele, se o PIB crescer entre 4% e 5%, o consumo de têxteis no Brasil passará dos atuais 12,8 kg por habitante/ano para quase 20 kg por habitante/ano em 2016. “O incremento da renda e a estabilidade da economia nos permite afirmar que até lá o consumo de têxteis e confeccionados no nosso País aumentará mais de 50%”, complementa Pimentel.

O executivo ressaltou, ainda, que o Brasil ocupa a quinta posição entre os produtores mundiais de têxteis e quarto lugar em vestuário. Fernando Pimentel também enfatizou que o consumo de fibras de algodão tem crescido no País. “Entre 1970 e 2010, esse consumo cresceu 248,8% por aqui. Já no mundo, no mesmo período, o crescimento foi de 108,3%”, apontou ele acrescentando que o consumo brasileiro per capta também tem sinalizado aumento nos últimos tempos. “Saímos de 4,40 kg per capta em 1990 para 5,26 kg per capta no ano passado. No mundo, o crescimento foi bem menor: subiu de 3,52 kg per capta para 3,65 kg per capta, no mesmo período”, salientou. No Brasil, a participação do consumo de fibras de algodão, em 2010, ficou em 57%. No mundo, o índice é de 35,7%. Em 1990, esse resultado era de 65% e 49%, respectivamente.

Fonte: ABIT